Análise de InstagramCada marcador aponta um achado exatamente onde ele mora no perfil, e cada publicação da grade abre com a leitura dela. Nada aqui é opinião solta: tudo saiu do que está publicado. Leitura de 29/09/2026, sobre as 36 publicações mais recentes. O botão no topo alterna entre o perfil como está hoje e uma proposta que só reorganiza o que já existe.

A segunda linha da bio é "Youtube 150k 💕" e o link do perfil é o endereço youtu.be/l5crZoz5PfY, que não foi aberto nesta leitura. Em nenhuma das 36 legendas aparecem as palavras YouTube, canal ou link da bio.
A palavra "link" aparece em 5 legendas: em 4 delas é o pedido de comentário em troca do link e a de 01/09/2026 traz um endereço de site de promoção de uma marca escrito na própria legenda. Ou seja, o segundo destino que o próprio cabeçalho anuncia é o único que não recebe chamada.
A conta já mostrou que sabe pedir: as quatro legendas com "Comente EU QUERO" têm mediana de 0,115%, contra 0,008% das 36. A chamada existe e funciona, só não está sendo feita para o link do perfil. O ajuste é apresentar o link na própria bio, com uma linha dizendo o que há do outro lado, e fechar as publicações de fôlego, como as de cabelo, de pele e de receita, com uma frase repetida apontando para ele.
A proposta ao lado já traz a linha do YouTube para junto do endereço. A linha que diz o que há do outro lado do link é a única parte que só Michelli pode escrever, porque esta leitura não abriu o endereço. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
O campo de nome traz "Michelli Delcaro", igual ao @. A bio tem quatro linhas e cabe inteira na tela, sem corte no "mais": "Life Style| Beleza | Maternidade real", "Youtube 150k 💕", "São João da Boa Vista SP" e "contato@agheadline.com.br".
A palavra gêmeos não está nessas quatro linhas, mas a hashtag #maedegemeos está em 8 das 36 publicações, a palavra aparece em 3 dos vídeos em que Michelli fala e um dos destaques se chama "Gravidez Gêmeos". A busca do Instagram lê o campo de nome, e hoje ele repete o que o @ já diz.
Quem procura maternidade de gêmeos, cachos ou vitrine de compras pela busca de perfis não encontra essas palavras no campo de nome. A primeira linha da bio já diz o que a conta faz, "Life Style| Beleza | Maternidade real", e as legendas já usam #maedegemeos; o que nem o campo de nome nem a bio dizem são as palavras gêmeos e compras. A proposta ao lado leva para o campo de nome os assuntos que já estão escritos na primeira linha da bio; trocar um deles por um termo de busca mais específico é decisão de Michelli. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
A barra tem oito destaques, nesta ordem: "HOT BEACH 🏖️", "Maceió", "Enxoval", "Testemunho ❤️🙏🏻", "Gravidez Gêmeos", "Cinema", "IlhaBela 2022" e "Johnny". Desta leitura só saíram os nomes, nenhum destaque foi aberto.
Enquanto isso, 20 das 36 legendas citam ao menos uma conta com @, 14 publicações trazem #ad ou #publi e as contas citadas vão de supermercado e farmácia a aplicativo de transporte. A barra de destaques fica no cabeçalho, à vista de quem abre o perfil, e nenhum dos oito nomes diz vitrine de compras, achadinhos ou beleza.
O material para nomear o que a grade publica hoje já está publicado entre 12/08/2026 e 28/09/2026: vitrine de compras, cabelo, pele, receita e rotina com as crianças. A proposta monta destaques com o que já foi ao ar, mantém o nome exato dos que continuam e deixa "Maceió", "Cinema", "IlhaBela 2022" e "Johnny" fora da parte proposta: como os destaques não foram abertos, manter, levar para o fim ou tirar cada um deles é decisão de Michelli. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
8 das 36 publicações saíram como a segunda do mesmo dia. Das 6 segundas publicações do dia que entram nas contas, 3 ficaram abaixo da mediana do perfil, 2 empataram com ela e 1 ficou acima: a de 19/08/2026 às 19:41, que é a publicação de bodas de casamento e, por ser vida pessoal, esta análise não a usa como molde.
O ritmo é alto e regular, o que é um ativo raro: 5,36 publicações próprias por semana nas 36 e 4,2 por semana na janela das 12, com pausa máxima de 5 dias, de 23/09/2026 a 28/09/2026. Das quatro vitrines com pedido de comentário, 3 saíram de manhã e como primeira publicação do dia, então aqui não dá para separar o horário do pedido.
O que dá para dizer é que só 1 das 6 segundas publicações do dia que entram nas contas ficou acima da mediana, e é justamente a de vida pessoal. Espalhar o mesmo volume por mais dias não custa nada de produção e devolve o dia inteiro para cada conteúdo: reservar o dia para a publicação de marca e deixar os vídeos de rotina e de humor para os dias sem publi.
Quatro das 36 legendas pedem o comentário em troca do link: a da cortina, de 19/08/2026 às 10:03, com a @shopee_br, que pede "comente EU QUERO" para receber o link, e as de 21/08/2026 às 10:19, 24/08/2026 às 17:35 e 30/08/2026 às 09:22, com a SHEIN, que trazem "Comente EU QUERO pra receber os links", estas três com praticamente a mesma legenda, o mesmo cupom e só as hashtags do fim diferentes.
As quatro têm mediana de 0,115% de taxa de comentários, contra 0,008% das 36, e as quatro ficam acima da mediana do perfil. Em número absoluto, são 115 comentários medianos por publicação, contra 8 nas que entram nas contas. O que muda a resposta não é o assunto, é o convite: a legenda dá ao público uma ação concreta a executar, e o número de comentários responde a ela. Desta leitura só existe a contagem de comentários, não o que eles dizem.
A mediana desse grupo é catorze vezes a mediana das 36, e mesmo assim as três legendas quase idênticas de agosto deram resultados bem diferentes entre si, 0,123%, 0,107% e 0,015%: o pedido levanta o piso e não garante o resultado. Nenhuma das 12 legendas mais recentes traz esse pedido, e a última foi em 30/08/2026 às 09:22.
A correção é devolver o pedido às publicações de compra que já estão no calendário: logo depois da abertura da legenda, o "Comente EU QUERO" com a promessa do que chega depois do comentário, como nas quatro legendas de agosto de 2026.
Michelli fala em 25 dos 36 vídeos. Em 12 deles o roteiro é demonstração de produto item a item, provar look, abrir a compra, testar: mediana de 0,030%, com 8 das 10 que entram nas contas acima da mediana do perfil e nenhuma abaixo dela.
Nos 6 vídeos de relato de rotina com a marca dentro da história, a mediana é 0,001%, e só a de 13/08/2026 ficou acima da mediana do perfil. Nos 4 vídeos cujo áudio abre com a fórmula "expectativa e realidade", a mediana é 0,063%, e o último deles é de 02/09/2026. Este público responde ao produto na mão, com veredito peça por peça, e responde menos ao relato de rotina em que a marca entra na história sem ser aberta na câmera.
Na janela das 12 só 2 vídeos são demonstração item a item, contra 3 de relato de rotina com a marca dentro da história e 3 de tutorial com passo a passo, e é nessa janela que a taxa mediana fica em 0,004%, metade da das 36.
O caminho é desenhar a publi de marca como vitrine: abrir o produto, mostrar item por item, dar o veredito e dizer o que não gostou, como nos vídeos de 18/09/2026 e de 27/08/2026. Os quatro vídeos de "expectativa e realidade" servem de roteiro pronto, inclusive para marcas que não são de moda.
O ponto de partida de Michelli é forte: volume, constância e voz. São 36 vídeos publicados entre 12/08/2026 e 28/09/2026, 5,36 publicações próprias por semana, e em 25 dos 36 vídeos há fala de Michelli. A bio cabe inteira na tela, sem corte no "mais", e traz a cidade e um e-mail de contato. E a conta já provou que converte atenção em ação: a maior resposta comparável do período, com 0,524% de taxa de comentários em 19/08/2026, às 10:03, foi uma vitrine de compra com pedido de comentário na legenda, com 526 comentários.
O que falta é constância no que já deu certo. A mediana das 12 mais recentes é 0,004%, metade da mediana das 36, que é de 0,008%, e as 24 publicações anteriores à janela (23 nas contas) têm mediana de 0,013%, mais de três vezes a das 12. A diferença não está no assunto nem no esforço: está no desenho. Nenhuma das 12 legendas mais recentes pede comentário para receber o link, e o último vídeo com a fórmula "expectativa e realidade" é de 02/09/2026. Fora da grade, o cabeçalho também trabalha pouco: o campo de nome repete o @, e em nenhuma das 36 legendas há chamada para o link do perfil.
O caminho não pede reinvenção, pede repetição do que o próprio perfil já mediu. As quatro legendas com "Comente EU QUERO" têm mediana de 0,115%, catorze vezes a mediana das 36. Os 12 vídeos de demonstração de produto item a item ficam em 0,030%, contra 0,001% dos 6 de relato de rotina com a marca dentro da história. E as legendas que abrem com pergunta ou pedido ao público ficam em 0,012%, contra 0,004% das que abrem com uma constatação curta do dia. São três decisões de escrita e de roteiro já publicadas na grade de Michelli e que dá para medir na próxima semana. O contexto ajuda: a pesquisa "Efeito da Influência no Consumo" registra que 81% dos brasileiros já compraram algo recomendado por um influenciador, e o estudo "O PIB das Mães" aponta que 83% das mães decidem sozinhas ou participam ativamente das decisões centrais de compra. Entre os sete perfis medidos no mesmo dia e pelo mesmo método no bloco 06, Michelli aparece na 6ª posição por taxa de comentários mediana. Entre os três perfis de porte mais próximo do dela, @gisellerhaylla fica em 0,029%, @fabrinejeremias em 0,009% e @rafhamaedegemeos em 0,002%: porte parecido não define a taxa.
Cadência, formato de vídeo dominado e voz própria: 36 vídeos em sete semanas, com fala de Michelli em 25 deles. A bio cabe inteira na tela, com cidade e e-mail de contato.
Repetir o que já foi medido. Dos seis achados, três se resolvem na rotina de publicação e um é uma virada de roteiro: a demonstração de produto item a item, que fica em 0,030%, contra 0,008% da mediana das 36.
Pelos dois achados que se resolvem numa tarde: o campo de nome e os nomes dos destaques. Depois, voltar com o pedido de comentário na legenda, ausente nas 12 mais recentes.
Michelli se apresenta no perfil como criadora de conteúdo digital e publica em ritmo alto, sempre em vídeo: são 36 vídeos entre 12/08/2026 e 28/09/2026, com a taxa de comentários mediana em 0,008%. O que trava não é produção nem frequência: é o cabeçalho, que informa menos do que poderia, e o desenho de legenda que o próprio perfil já mediu funcionando e deixou de usar nas 12 mais recentes.
Como a resposta foi medida aqui. As curtidas deste perfil ficam ocultas ao público em 33 das 36 publicações, então a conta desta análise é a taxa de comentários: comentários divididos pelos 100.317 seguidores exatos, vezes 100, por publicação. Não há régua de mercado comparável, porque esta conta é só de comentários e as réguas publicadas medem outra base: a comparação aqui é sempre com a mediana do próprio perfil e com os perfis de referência medidos no mesmo dia e pelo mesmo método. Entram nas contas 34 publicações: 16 ficam acima da mediana, 14 abaixo e 4 empatam com ela. Ficaram fora a de 28/09/2026, às 20:05, medida com 23 horas no ar, e a de 30/08/2026, às 19:40, que registrou um volume de comentários fora da escala do perfil. A média das que entram nas contas é 0,036%, bem acima da mediana de 0,008%, porque a de 19/08/2026, às 10:03, puxa a soma.
As barras seguem a ordem da grade, da mais recente para a mais antiga, e as linhas de cada quadro vão da maior para a menor taxa de comentários. Cada barra e cada linha abrem a publicação com a legenda inteira. A janela das 12 vai de 08/09/2026 a 28/09/2026. Neste perfil as curtidas estão ocultas na maior parte das publicações, então engajamento aqui é a taxa de comentários (comentários sobre seguidores): a mediana do perfil nas 36 é 0,008%, e é ela que define a cor das barras e os filtros "Na mediana ou acima" e "Abaixo da mediana" da grade. Como contexto, a mediana das 12 é 0,004%.
Das onze que entram nas contas, duas ficam acima da mediana do perfil e uma fica exatamente nela. A mais alta é a de 18/09/2026, com 0,041%, a vitrine de moda com a SHEIN. No pé da janela fica a de 12/09/2026, com 0,000%, e logo acima dela três empatadas em 0,001%: as de 09/09/2026 às 10:38, 14/09/2026 às 11:41 e 28/09/2026 às 12:23 (esta última medida com 30 horas no ar). Ou seja: a janela mais recente é quase toda de publicações abaixo da mediana do próprio perfil, com dois picos isolados no meio dela.



Só uma das três é conteúdo que se repete: a vitrine de 18/09/2026, que é o roteiro de demonstração de produto item a item, o grupo com mediana de 0,030% nas 36. As outras duas são vida pessoal (o aniversário de 20/09/2026) e uma cena de família com as crianças (09/09/2026 às 21:02, na mediana do perfil); por serem pessoais, esta análise não as usa como molde de desempenho. A regra prática que sai daqui: o que este público responde é o produto na mão, provado e comentado em primeira pessoa; e mesmo essa de 18/09/2026, a melhor da janela, não traz na legenda o pedido "Comente EU QUERO" (no áudio do vídeo o pedido vem só no fim), que nas quatro publicações das 36 em que aparece leva a mediana a 0,115%.








Cinco das oito citam uma conta de marca na legenda (as de 23/09, 28/09 às 12:23, 14/09 às 11:41, 09/09 às 10:38 e 12/09); as exceções são as duas cenas caseiras, de 08/09 e 14/09 às 18:35, e o tutorial de cabelo de 15/09. O que as oito têm em comum é outra coisa: nenhuma oferece o link em troca do comentário (a de 23/09 pede comentário no fim do áudio e as de 08/09 e 12/09 pedem participação na legenda, sem recompensa), e nenhuma delas é demonstração de produto item a item. A de 12/09/2026 abre a legenda com pergunta ("O que vcs colocariam a mais nessa lista?") e mesmo assim não registrou comentário; num caso só isso é hipótese, não regra, até porque as 9 legendas que abrem com pergunta ou pedido ao público (8 nas contas) têm mediana de 0,012%, acima da mediana do perfil. A de 28/09/2026 às 12:23 foi medida com 30 horas no ar e entra nas contas, mas nada se conclui só dela. A regra prática: quando o vídeo é vitrine, a legenda precisa terminar com o pedido de comentário e o que o comentário entrega; quando é cena de rotina, ela precisa de uma pergunta que se responda em duas palavras.

Nas 36 publicações da própria conta, todas em vídeo, a primeira linha da legenda é o que o público lê antes de decidir se fica. Ela faz uma de cinco coisas neste perfil. O marco pessoal datado tem a maior mediana das cinco, 0,027%, mas são 2 datas da vida de Michelli, e não um desenho de legenda que se repita. Entre os moldes de conteúdo, as duas de maior taxa de comentários são também as duas mais fáceis de repetir: uma pergunta ou um pedido curto ao público (9 publicações, mediana de 0,012%) ou o produto nomeado logo no começo (14 publicações, mediana de 0,010%). As duas ficam acima da mediana das 36, que é 0,008%.
Mediana de 0,012% de taxa de comentários nas 9 publicações que abrem com pergunta ou pedido ao público (8 entram nas contas), contra 0,008% na mediana das 36.
"Qual dessas peças vcs usariam? 🤔🤔"
02/09/2026, 0,019% de taxa de comentários. A pergunta já diz do que o vídeo trata, então quem responde não precisa assistir para participar.
"Cacheada ou Lisa? 🙊 🤔"
07/09/2026 às 10:47, 0,013%. Escolha entre duas opções é o pedido mais barato que existe para o público: não exige opinião elaborada.
Na legenda de 02/09/2026 o convite a baixar o aplicativo da SHEIN e os códigos das lojas vêm todos abaixo da pergunta. O gancho fica limpo, e a parte comercial não disputa a primeira linha.
"Como foi o processo por aí?"
18/08/2026, 0,012%. Em vez de perguntar sobre o produto, pergunta sobre a experiência do público. O assunto do vídeo é a chupeta; a pergunta é sobre a casa de quem assiste.
Nenhuma das nove aberturas pede a ação que mais rendeu no período, que é comentar para receber o link. A pergunta abre a conversa e para ali. Vale registrar que a publicação de 12/09/2026, que também abre com pergunta, ficou sem comentário na leitura.
Mediana de 0,010% nas 14 publicações que abrem citando a marca ou o produto. É neste grupo que está a maior resposta comparável do período: 0,524%, quase 66 vezes a mediana de 0,008% das 36.
"Finalmente minha NOVA CORTINA da @shopee_br"
19/08/2026 às 10:03, 0,524%, a maior resposta comparável do período. A primeira linha entrega o objeto e a origem dele, sem rodeio.
"Valeu cada centavo 🤌🏻"
Três palavras que resolvem a dúvida de quem está pensando em comprar. É opinião, não descrição, e é o que separa a vitrine da ficha de produto.
"comente EU QUERO"
A legenda de 19/08/2026 às 10:03 promete o link a quem comentar. As 4 publicações das 36 que fazem esse pedido têm mediana de 0,115% de taxa de comentários, catorze vezes a mediana das 36. São quatro casos, então isto é hipótese forte e não regra fechada, mas é a hipótese mais bem paga do período.
"Cortina de rica, conhece? Pois é, comprei!"
O vídeo de 19/08/2026 às 10:03 começa pela frase de efeito e só depois mostra a peça item a item. A legenda e o áudio abrem com a mesma promessa, em palavras diferentes.
Nenhuma das 4 publicações com o pedido está na janela das 12 mais recentes. A maior da janela, de 18/09/2026, com 0,041%, entrega o caminho de compra completo, o termo a pesquisar e os códigos das lojas, e o pedido de comentário fica só no fim do áudio, fora da legenda. É a vitrine de agosto com o convite tirado do texto.
0,004% de mediana, em 8 publicações (7 entram nas contas). É a abertura de legendas como "Meu modo de hj 😮💨" e "Simplesmente Mãe ❤️🥹🙏🏻": o texto comenta o momento, sem pergunta e sem produto. É o tipo de abertura em que este público menos responde por comentário, junto com o próximo.
0,003% de mediana, em 3 publicações, como "Como secar o cabelo sem difusor!" (15/09/2026). O grupo tem 3 casos, então não sustenta regra: o que se pode dizer é que anunciar o tema não substitui pedir alguma coisa ao público.
0,027% de mediana, em 2 publicações. A resposta aqui foi à notícia pessoal, não ao desenho da legenda: são duas datas da vida de Michelli, e por isso este grupo não serve de molde de conteúdo nem entra na comparação entre aberturas.
A primeira linha pergunta ou nomeia o produto; a segunda diz o que o público ganha ao comentar. Os dois moldes que mais rendem fazem metade do caminho cada um. A pergunta abre a conversa e não dá destino a ela; a vitrine dá destino, mas só em 4 das 36 publicações o destino está escrito na legenda, e são justamente as 4 de mediana 0,115%.
Há um terceiro sinal na mesma direção: as 4 publicações construídas sobre a fórmula de expectativa e realidade têm mediana de 0,063%, sendo a de 02/09/2026, uma vitrine de moda adulta, a mais recente delas, com 0,019%. Também são 4 casos, também hipótese. O que os três grupos têm em comum é uma promessa concreta na primeira linha e uma resposta esperada do outro lado.
As 36 publicações da própria conta são vídeo. Em 25 delas a fala é atribuível a Michelli, com mediana de 0,008% de taxa de comentários nos 23 que entram nas contas. Em 1 vídeo há voz e nada diz quem fala (05/09/2026). Em 10 não há fala aproveitável: 7 não trazem fala na transcrição, e podem ter só música, e em 3 o áudio é provável letra de música. Nenhum vídeo ficou sem transcrição. Os 25 em que ela fala se organizam em quatro desenhos de roteiro, e a distância entre eles é a informação mais acionável deste módulo.
0,030% de mediana, em 12 publicações (10 entram nas contas). É o desenho mais repetido e o de maior mediana entre os quatro. O roteiro é sempre o mesmo: promessa na primeira frase, peça por peça, veredito em primeira pessoa sobre cada uma.
"Cortina de rica, conhece? Pois é, comprei! Uma das coisas que estavam tirando a minha paz aqui dentro da minha casa era a cortina do meu quarto. [...] E aí eu vi essa cortina que está viralizada dentro da Shopee por um preço que vocês não vão acreditar."
Por que isso importa: maior resposta comparável do período, com 0,524% e 526 comentários. O áudio abre com a frase de efeito e passa logo ao problema doméstico, e a compra aparece como solução de uma incomodação concreta. É o roteiro que a legenda dessa publicação acompanha, com o pedido de comentário para receber o link.
"A expectativa e realidade de tudo que eu comprei na Shein tá ali."
Por que isso importa: publicação de 21/08/2026 às 10:19, com 0,123%. A frase de abertura é uma fórmula fixa, que volta em 4 das 36 publicações, e funciona como contrato: quem fica sabe exatamente o que vai ver do começo ao fim.
"Isso foi o que eu comprei e isso foi o que chegou. [...] A qualidade é maravilhosa, impecável."
Por que isso importa: publicação de 30/08/2026 às 09:22, com 0,107%. A estrutura de comparação se repete a cada item, e cada repetição é um novo momento de decisão para quem assiste. A legenda dessa publicação também pede o comentário para receber o link.
"[...] tendências de moda que eu estou obcecada. E eu encontrei tudo na Shein."
Por que isso importa: publicação de 20/08/2026 às 10:24, com 0,092%. Aqui o gancho é a palavra tendência, e não o preço: o mesmo produto ganha um motivo de interesse que não depende de promoção.
"Looks duvidosos que eu peguei na China. Na verdade eu achei todos muito bonitos, só que eu não sei se em mim ficou bom. [...] Agora eu vou precisar de uma ajuda real pra tentar fazer looks com essa saia."
Por que isso importa: maior taxa entre as 11 publicações da janela das 12 que entram nas contas, com 0,041%. O áudio pede ajuda de forma explícita, e a legenda não repete esse pedido: entrega o caminho de compra e os códigos das lojas. O convite mais forte do vídeo ficou fora do texto.
"Expectativa e realidade de tudo que eu comprei pra mim na Shein. Escolhi essa saia midi com esse tamanquinho, gostei demais do tamanquinho, salto diferente, mas é confortável."
Por que isso importa: 0,019%. O veredito vem junto com o item, na mesma frase, e não numa conclusão geral no fim. Esse é o hábito que faz a demonstração render: opinião distribuída, não acumulada.
"Ah, porque roupa de menino é muito sem graça, é muito do mesmo. Mulher, então você não viu as roupas que tem na Shein."
Por que isso importa: 0,015%. O áudio traz a objeção do público antes de responder a ela. É um recurso de retórica que aparece pouco nas demonstrações, e vale ser usado mais vezes.
"A Patrulha Canina passou por aqui, ou melhor, as cadeirinhas da Sky e do Chase. [...] Ela é perfeita porque acompanha a criança desde o nascimento até os 36 quilos."
Por que isso importa: 0,015%. A fala junta desejo (o personagem) e razão de compra (o tempo de uso). A legenda cita @maxibaby_oficial e fala do conforto no carro, sem repetir o argumento do tempo de uso que o áudio traz.
"9 do 9 na Shein, finalmente chegou e eu vim mostrar tudo que eu peguei pra vocês. Peças com até 95% de desconto."
Por que isso importa: publicação de 07/09/2026 às 19:28, com 0,008%, na mediana das 36. O gancho é a data da promoção, que vale por um dia: é o tipo de abertura que envelhece rápido, ao contrário do problema doméstico de 19/08/2026 às 10:03.
"Recebi essa coleção de blushs da SHEGLAM em formato de patinha de gato. Eu não tô suportando isso, vamos testar. [...] Porém, essa questão, né, do aplicador ser na patinha de gato, apesar de ser muito fofo, eu não sei se é muito prático."
Por que isso importa: 0,008%. Tem a ressalva dentro do elogio, e é isso que dá crédito ao resto da fala. Publicação marcada como publicidade na legenda, com a ressalva mantida.
"Na verdade, o que ele não sabia era se os looks que eu escolhi ele iria gostar. Então tá tudo do meu gosto. Eu renovei o guarda-roupa dele, gente."
Por que isso importa: publicação de 28/09/2026 às 20:05, medida com 23 horas no ar, ainda juntando resposta, por isso fora das contas e sem comparação possível. Traz um personagem novo na demonstração, e é a variação mais recente dentro do desenho de maior mediana entre os quatro.
"Comprei uma piscina gigante na Shopee, então bora abrir com a gente. [...] Enchemos em menos de 5 minutos."
Por que isso importa: publicação de 30/08/2026 às 19:40, que ficou fora de todas as contas por um volume de comentários fora da escala do perfil, e por isso não entra em comparação nenhuma. Como roteiro, é o desenho de demonstração aplicado a um objeto grande, com a montagem servindo de prova.
0,005% de mediana, em 3 publicações. Três casos, então o que segue é hipótese e não regra: quando o vídeo não tem produto, a fala carrega tudo, e a legenda costuma ser uma frase só.
"Se você tem criança em casa e quer se livrar disso daqui, me escuta. Eu nunca vi ninguém falando disso na internet desse modo como eu tirei a chupeta da minha filha aqui em casa. Então eu vou tentar explicar como que deu certo aqui."
Por que isso importa: 0,012%, acima da mediana das 36. É o começo mais bem armado entre os três vídeos sem produto: promete um método, diz que é inédito e pede atenção em três frases. A legenda, "Como foi o processo por aí?", devolve a pergunta ao público, e é a combinação que este perfil usa pouco.
No áudio, uma conversa com mais de uma voz sobre o que vai embora e o que fica: "Chegou a hora da minha roupa. [...] Não, isso aqui aí tá surrado, garoto."
Por que isso importa: 0,005%. Cena de rotina sem produto, com a legenda pedindo participação ("Quero saber os traços tóxicos de vcs 😂"). O material vive do áudio, e é o tipo de vídeo em que a legenda faz metade do trabalho.
No áudio, uma conversa com mais de uma voz: "Sabe o que que tem aqui que a gente vai papar? Chama castanhas. Tem castanha do Pará. Tem castanha de Caju. Tem nozes. E tem amêndoa."
Por que isso importa: publicação de 14/09/2026 às 18:35, com 0,004%. É cena de casa, sem nada a vender, e a legenda descreve o que aconteceu em vez de propor uma pergunta.
0,002% de mediana, em 4 publicações. É, junto com o relato de rotina com a marca dentro da história (0,001%), um dos dois desenhos em que este público menos responde por comentário. Não é um problema de execução: o áudio desses vídeos é o mais organizado do perfil. É que o tutorial entrega tudo e não deixa nada para o público pedir.
"Receita de cookies para a criançada com ingredientes simples e ainda recheado. Gente, muito fácil."
Por que isso importa: 0,004%. A legenda informa que a campanha do supermercado vai até 06/09 e explica a troca dos selos, e é a peça com prazo mais claro do período. Prazo pede ação, e a ação pedida aqui é ir à loja, não comentar.
"Como deixar esse efeito de babyliss usando o secador na finalização? Você vai tirar o bico do seu secador e não usar o difusor. Deixar o seu cabelo secar uns 70% depois de finalizar. O jato do secador mais fraco e a temperatura mais quente."
Por que isso importa: 0,003%. O áudio traz um passo a passo completo e numerável. A legenda é uma frase, "Como secar o cabelo sem difusor!", e hashtags: o método falado não está escrito na legenda.
"Sabe porque às vezes você não consegue esse efeito aqui de pele natural com glow na maquiagem? Você pode ter os melhores produtos do mundo e não fica com esse efeito. É porque você não está com o skincare em dia."
Por que isso importa: publicação de 14/09/2026 às 11:41, com 0,001%. A abertura é uma das mais bem armadas do período (pergunta, diagnóstico, promessa), e a legenda começa pela linha de produtos da @farmacia_quelatum. A ordem do áudio é a que rende: problema primeiro, marca depois.
"Fiz esse prato em 5 minutos. Impossível você não ter Maggi na sua casa. Comece já fazendo o macarrão."
Por que isso importa: publicação de 28/09/2026 às 12:23, medida com 30 horas no ar, com 0,001%: entra nas contas, mas nada se conclui só dela. A legenda traz a lista de ingredientes inteira, o que é o certo para receita, e fecha sem pedir nada.
0,001% de mediana, em 6 publicações. É o grupo de menor mediana entre os quatro desenhos. O começo é sempre uma observação da rotina, forte e própria; a marca entra depois. O que os números sugerem, com esse n, é que o convite a comentar quase não aparece: só 2 dos 6 convidam o público a responder (23/09/2026, no fim do áudio, e 12/09/2026, com a pergunta da legenda), e nenhum oferece algo em troca do comentário.
"A única coisa fácil na vida de uma mãe. A 99, né? Porque o resto da minha rotina vocês já sabem. Tem dia que é cheio de compromisso, eu preciso ir na farmácia, no mercado, resolver tudo na rua."
Por que isso importa: 0,013%, a maior do grupo. Aqui o relato e a marca estão na mesma frase de abertura, e não em blocos separados. É a exceção dentro do desenho, e a de melhor número nele.
"Eu tenho a sensação que depois que eu fui mãe, eu entendi que roupa de criança nunca foi só roupa de criança. É um pedacinho da infância que a gente consegue guardar."
Por que isso importa: 0,007%. A frase de abertura é uma das linhas de texto mais fortes das transcrições do período, e a legenda usa uma versão dela ("Roupa de criança não é só roupa. 🤍"). Quando o áudio e a legenda dizem a mesma coisa, o texto ganha força.
"Se você é mãe, você sabe que existem barulhos que fazem a gente parar de respirar, porém a falta dele também."
Por que isso importa: publicação de 21/08/2026 às 18:10, com 0,002%. A abertura é de reconhecimento imediato, e a legenda entrega apenas o texto da marca Merthiolate. A frase do áudio não aparece no texto, e é ela que faria alguém parar no feed.
"Gente, eu tenho uma teoria que não sai da minha cabeça, que eu tenho certeza que muita mãe vai concordar comigo. Que roupa de criança suja se multiplica quando a gente não tá olhando."
Por que isso importa: publicação de 09/09/2026 às 10:38, com 0,001%. O áudio abre convidando à concordância, que é meio caminho para um comentário, e a legenda constata o mesmo sem perguntar nada.
"Antes de ser mãe, eu não tinha noção da gravidade que era essa frase. Mães não podem ficar doentes. Parece muito óbvio, mas agora sentindo na pele, é muito real."
Por que isso importa: 0,001%. Depois dessa abertura o áudio passa para a promoção das vitaminas da Neo Química, e a legenda segue pelo mesmo caminho. A parte que é só dela, a observação sobre adoecer sendo mãe, fica sem desdobramento.
"[...] coisas que eu acho chique na versão maternidade. Primeiro, crianças que amam livros. [...] Segundo, pai que simplesmente faz o papel de pai."
Por que isso importa: publicação de 12/09/2026, que ficou sem comentário na leitura. O áudio é uma lista numerada e a legenda pergunta "O que vcs colocariam a mais nessa lista?", que é exatamente o desenho que rende no molde da pergunta. O item que falta é a lista aparecer escrita na legenda, para que o público tenha o que completar.
Um vídeo tem voz e nada permite dizer de quem ela é: não há autoapresentação e não há fala em primeira pessoa. Ele não entra na contagem nem na mediana dos 25 vídeos em que Michelli fala.
No áudio do vídeo de 05/09/2026: "Inspira pelo nariz. Solta pela boca. Agora sobe os braços lá no alto."
Por que isso importa: 0,022%, acima da mediana das 36. São comandos curtos, sem primeira pessoa e sem quem se apresente, então não se pode dizer de quem é a voz. A legenda, "Como explicar essa família? 😂", é uma pergunta, e é a oitava maior taxa de comentários entre as 34 publicações que entram nas contas. Fica registrado aqui para que a contagem de vídeos com fala de Michelli fique limpa: 25, e não 26.
Boa parte das melhores linhas de texto deste perfil já foi dita em voz alta e não chegou à legenda. O passo a passo completo de 15/09/2026 está no áudio, e a legenda é uma frase e hashtags. A lista numerada de 12/09/2026 está no áudio, e a legenda pergunta o que falta na lista sem mostrar a lista. A frase sobre barulho que faz uma mãe parar de respirar, de 21/08/2026 às 18:10, está no áudio, e a legenda traz só o texto da marca.
Em 23/09/2026 a legenda aproveita, na segunda linha, uma versão curta da frase de abertura do áudio ("Roupa de criança não é só roupa. 🤍"). Levar a primeira frase de cada vídeo para a legenda é trabalho de minutos.
Antes de olhar o perfil, vale olhar o campo. Michelli produz conteúdo de maternidade, beleza e vitrine de compras, e é exatamente onde quatro números públicos mostram que o dinheiro está circulando.
A pesquisa ouviu 1.000 respondentes em todo o país, em campo de 8 a 13 de maio de 2026, e mede comportamento declarado, não vendas.
A recomendação de criadores já entra na decisão de compra da maioria dos brasileiros, e a compra costuma vir dias depois da publicação, não no clique imediato. YOUPIX e Nielsen, pesquisa "Efeito da Influência no Consumo", 2026.
Estudo com 947 mulheres, sem recorte declarado de representatividade nacional.
A audiência de conteúdo de maternidade é quem decide a compra dentro de casa, o que explica o interesse de marcas de consumo em falar com esse público por meio de criadoras. B2Mamy e Hibou Pesquisas & Insights, estudo "O PIB das Mães", 2026.
É o tamanho do canal de venda on-line no país no ano fechado.
Dimensiona o canal onde terminam as ações de achadinhos, cupom e link de loja que aparecem nas publicações patrocinadas do perfil. Abiacom (ex-ABComm), desempenho do e-commerce em 2025.
É o faturamento do setor no ano, cerca de R$ 200 bilhões, não o gasto das famílias nem a receita de uma marca em particular.
Dimensiona o mercado das publicações de beleza do perfil, 4 das 36 (cabelo, pele e maquiagem): mercado grande e concorrido, com muitas marcas disputando a mesma atenção. ABIHPEC, tamanho de mercado, dado de 2025.
Os quatro números descrevem o mesmo funil visto de pontos diferentes: há dois setores de centenas de bilhões de reais por ano procurando quem apresente produto, a maioria dos brasileiros já comprou por recomendação de criador, e a mulher que decide a compra da casa é justamente a audiência de quem fala de maternidade real. Ou seja, o assunto de Michelli não é nicho pequeno: é o caminho mais curto até a decisão de compra.
Duas consequências práticas. A primeira: como a compra tende a vir dias depois da publicação e só uma parte pequena das pessoas clica no momento em que vê, a publicação precisa deixar o caminho explícito (o comentário, o direct, o link) em vez de contar com o clique imediato. A segunda: num mercado com muitas marcas disputando a mesma atenção, o que se vende não é alcance solto, é resposta mensurável. E resposta, neste perfil, se mede em comentários sobre seguidores.
Escolhemos criadoras brasileiras que fazem o mesmo trabalho: maternidade real, rotina de família, beleza e achadinhos com publi de marcas, sem vínculo de negócio com o perfil analisado e sem reputação problemática. São sete perfis medidos, este mais seis: de porte parecido com o de Michelli, @rafa_maranhao, @fabrinejeremias, @rafhamaedegemeos e @gisellerhaylla; maiores em seguidores, @nathaliebarros e @thamirizgarcia. Todos foram medidos no mesmo dia e pelo mesmo método: comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das 36 publicações mais recentes de cada perfil, sem as de sorteio e sem as de volume de comentários fora da escala do perfil.
| Perfil | Seguidores | Publicações | Taxa de comentários mediana | Selo |
|---|---|---|---|---|
| @nathaliebarros criadora de maternidade e beleza | 629.279 | 11.700 | 0,039% | sim |
| @thamirizgarcia mãe de gêmeos, moda e beleza | 585.032 | 4.448 | 0,014% | sim |
| @rafa_maranhao criadora de maternidade e rotina | 243.027 | 1.111 | 0,012% | sim |
| @fabrinejeremias criadora de maternidade real | 135.118 | 1.609 | 0,009% | sim |
| @rafhamaedegemeos criadora de maternidade e empreendedora de Porto Alegre | 130.808 | 774 | 0,002% | não |
| @gisellerhaylla criadora de maternidade e família | 109.741 | 2.097 | 0,029% | não |
| @michellidelcaro este perfil | 100.317 | 3.409 | 0,008% | não |
Coleta pública de 29/09/2026, mesmo método aplicado aos sete perfis: comentários sobre os seguidores exatos de cada perfil, por publicação, mediana das 36 publicações mais recentes, sem as de sorteio e sem as de volume de comentários fora da escala do perfil. As curtidas deste perfil ficam ocultas ao público, por isso a tabela compara todos só pelos comentários; não há régua de mercado nesta linha, porque toda régua publicada soma curtidas e comentários e não se compara com uma taxa só de comentários.
A mediana de Michelli é de 0,008% de taxa de comentários, e o perfil tem também o menor número de seguidores da tabela: 100.317. Os sete perfis ficam entre 0,002% e 0,039% de taxa de comentários, e Michelli fica acima de @rafhamaedegemeos: 0,008% contra 0,002%, mais de três vezes. A distância até o topo do grupo existe, e o tamanho da audiência não a explica sozinho: @gisellerhaylla, de porte parecido, está em 0,029%. O que dá para testar é o que esta análise mediu no próprio perfil: o pedido na legenda e a demonstração item a item.
@gisellerhaylla, criadora de maternidade e família, tem 109.741 seguidores, 1,09 vezes os 100.317 de Michelli, praticamente o mesmo porte, e mediana de 0,029% contra 0,008%: mais de três vezes maior. É o perfil de porte mais próximo, medido no mesmo dia; a janela de 36 publicações dela cobre 5 meses, contra cerca de 7 semanas neste perfil. O mais próximo em resposta é @fabrinejeremias, com 135.118 seguidores e mediana de 0,009% contra os 0,008% de Michelli, 1,11 vezes: ali a diferença é mínima.
A referência de topo do grupo tem 629.279 seguidores, contra os 100.317 de Michelli, mais de seis vezes, e mediana de 0,039% contra 0,008%: quase cinco vezes. Já @thamirizgarcia tem 585.032 seguidores, contra os mesmos 100.317, quase seis vezes. A mediana dela, porém, fica em 0,014% contra 0,008%, quase o dobro. Tamanho ajuda, mas não ordena a tabela: @gisellerhaylla, de porte parecido com o de Michelli, tem mediana de 0,029%, acima da de @thamirizgarcia, o segundo maior perfil do grupo em seguidores.
Primeiro: os sete perfis medidos ficam entre 0,002% e 0,039% de taxa de comentários. A tabela serve de referência, e o espaço de ganho que esta análise mediu no próprio perfil está em quantas publicações pedem uma ação, não em quantos seguidores a conta tem.
Segundo: a comparação de porte parecido é a que vale para decidir. Entre os três perfis de porte mais próximo do de Michelli, @gisellerhaylla fica em 0,029%, @fabrinejeremias em 0,009% e @rafhamaedegemeos em 0,002%, contra 0,008% deste perfil: porte parecido não define a taxa.
Terceiro, os limites, perfil por perfil. A janela de 36 publicações cobre períodos diferentes porque o ritmo de cada conta é diferente: 4 semanas em @thamirizgarcia, 6 semanas em @rafa_maranhao, cerca de 7 semanas em @nathaliebarros e neste perfil, 2 meses em @fabrinejeremias, 5 meses em @rafhamaedegemeos e em @gisellerhaylla. Em @nathaliebarros, @thamirizgarcia, @rafa_maranhao e @rafhamaedegemeos, 1 publicação com menos de 24 horas no ar ficou fora, e a mediana de cada uma sai de 35 publicações. Neste perfil, 2 publicações ficaram fora (1 com menos de 24 horas no ar e 1 com volume de comentários fora da escala do perfil), e a mediana sai de 34 publicações. Os seguidores exatos foram lidos no contador da página, porque o resumo público arredonda: @nathaliebarros aparece como 629 mil e o número exato é 629.279. Tudo isso são medianas de janelas recentes, não histórico de conta, e todas as seis são referências de mercado no mesmo assunto, não adversárias.
As 36 publicações da própria conta são vídeo: nenhum carrossel, nenhuma foto e nenhuma publicação de formato desconhecido no período de 12/08/2026 a 28/09/2026. Por isso a mediana do formato vídeo é a mesma do perfil, 0,008% de taxa de comentários (comentários sobre seguidores), nas 34 publicações do grupo que entram nas contas.
Com um formato só, o formato não explica nada: o que separa as respostas é o assunto e o roteiro. No grupo de demonstração de produto item a item, 12 vídeos, dos quais 10 entram nas contas, a mediana é 0,030%; no de tutorial com passo a passo ensinado, 4 vídeos e as 4 nas contas, ela é 0,002%, e no de relato de rotina com a marca dentro da história, 6 vídeos e as 6 nas contas, 0,001%: são os dois desenhos em que este público menos responde entre os quatro grupos de roteiro.
36 publicações próprias em 47 dias de calendário, ou 5,36 publicações próprias por semana; nas 12 mais recentes, 4,2 por semana. Todas as 36 são de 2026. A janela cobre menos de 60 dias, então não há pausa longa a comentar: a maior pausa entre duas publicações foi de 5 dias, de 23/09/2026 a 28/09/2026. A leitura da grade cobriu 60 posições e não registrou colaboração hospedada por outra conta, então nada ficou fora das contas por esse motivo.
O ritmo é alto e estável, e é dentro dele que está a folga: em 8 datas saiu uma segunda publicação no mesmo dia, e nesse grupo de 8, com 6 nas contas, a mediana é 0,006%, contra 0,052% das 8 primeiras desses mesmos dias, com as 8 nas contas, e 0,012% nas 28 publicações que abrem o dia (a publicação de bodas, de 19/08/2026 às 19:41, está dentro do grupo das segundas do dia e é de vida pessoal, não de conteúdo). A diferença entre os dois grupos de 8 é grande, mas as quatro maiores respostas comparáveis do período estão todas no grupo que abre o dia e todas são vitrines de compra com cupom ou com pedido de comentário: a menor disputa entre duas publicações no mesmo dia fica como hipótese, não como causa isolada.
20 das 36 legendas citam alguma conta com @, e as mais citadas são @sheinbrasil e @sheinofficial, cada uma em 8 legendas, seguidas de @merthiolateoficial, em 2; as outras onze contas aparecem uma vez cada. Nenhuma dessas citações é crédito de foto. No grupo das legendas que marcam alguém, 20 publicações com 19 nas contas, a mediana é 0,008%, igual à do grupo sem marcação, 16 publicações com 15 nas contas: marcar não move a resposta por si. 14 das 36 legendas trazem #ad ou #publi, e nesse grupo de 14, com 13 nas contas, a mediana é 0,013%; e 35 das 36 trazem hashtag.
Horário e dia não sustentam recomendação. As 11 publicações da manhã têm mediana de 0,013%, contra 0,008% das 7 da tarde e 0,008% do grupo da noite (18 publicações, 16 nas contas), e as quatro maiores respostas comparáveis saíram entre 09:22 e 10:24, mas as quatro são vitrines de compra com cupom ou com pedido de comentário: o horário não pode ser isolado como causa. Por dia da semana os grupos ficam entre 3 e 8 publicações e nenhum deles sustenta conclusão.
Não há dado demográfico do público nesta leitura: a lista abaixo é deduzida do que o perfil publica nas 36 publicações da própria conta e do que a bio oferece, não do que alguém comentou.
Em ordem de retorno sobre esforço. Começa pelo cabeçalho e pela barra de destaques, que não pedem produção nova nenhuma: só reescrita e organização do que já está publicado.
O volume e a constância já existem: 5,36 publicações próprias por semana. O que muda o resultado é o desenho da legenda e do roteiro, e quase tudo aqui é reorganização do que Michelli já publica.
O que acompanhar: a taxa de comentários mediana das publicações de compra do mês e a mediana de comentários por publicação, hoje 8 nas 36 e 4 nas 12 mais recentes.
O que acompanhar: a taxa de comentários mediana das 12 mais recentes, hoje 0,004%, comparada com a mediana das 36, 0,008%.
O que acompanhar: o ritmo em publicações próprias por semana (hoje 5,36 nas 36 e 4,2 nas 12) com a taxa de comentários mediana das 12 mais recentes igual ou acima de 0,008%.
Análise de Instagram de Michelli Delcaro · Nobox Group · leitura de 29/09/2026.
Os números vieram do que está publicado no perfil, em coleta pública. Nenhum dado privado de conta foi acessado.